Mostrar mensagens com a etiqueta Campus Portimão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Campus Portimão. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, junho 11, 2012

Palácio da Galeria
Museu Municipal de Tavira




Exposição “Fotografar: a Família Andrade, olhares sobre Tavira”
Um olhar de quatro gerações de fotógrafas que nos seus olhares nos contam a história dos acontecimentos, das pessoas  e da culrura de Tavira ao longo do séc. XX

O senhor Luís Anfrade, neto do fundador, e (o grande dinamizador da exposição,  muito nos honrou com a sua presença. Obrigado
Exposição "Coleção de Arte Contemporânea da Portugal Telecom"  Uma interessante mostra de arte moderna
Fomos acompanhados por duas excelentes guias:


Drª Patrícia Gonçalves
e
Drª Sandra Cavaco


que nos proporcionaram momentos de raro interesse  não só pelos conhecimentos sobre  ambas  temáticas como e sobretudo pelo modo claro  e expressivo das suas comunicações




Para o Dr. Jorge Queiroz uma palavra de profundo agradecimento por toda a simpatia e empenho com que se dispos a apoiar esta nossa visita a Tavira que deixou profundas e gratas recordações a todos.
Muito e muito obrigado pelo modo fidalgo como nos recebeu e apoiou.


Olhar Tavira - Exposição Família Andrade -Palácio da Galeria

Arte Moderna PT - Museu de Tavira - Palácio da Galeria

domingo, maio 10, 2009

VISITA A SANTA CLARA-A-VELHA


Armas - Escudo de ouro, com sobreiro de verde descortiçado ladeado por duas espigas de trigo Significando a riqueza vegetal da freguesia: Cortiça e cereais
Em campanha, paredão de barragem de Santa Clara-a-Velha, ao centro uma nascente de um pé ondado de azul e prata de duas tiras significando o Rio Mira
..............................................................................

18 ABRIL 2009

A convite da Casa do Povo de Santa Clara-a-Velha foi, o Grupo Musical da ASAP, participar nas comemorações evocativas do 25 de Abril em Odemira organizadas pela Casa do Povo.

Exposição "O que a Gente Faz"
Colóquio "Na Liberdade do Vento"
Animação Musical do Grupo Etnográfico "Gente do Alto Mira"
Grupo Musical da ASAP

Foi uma tarde linda de convívio e confraternização que terminou com uma excelente "merenda-ajantarada"
Colaboração:Texto A. Guerreirinho
Fotos: Maria Célia Rita








quinta-feira, maio 07, 2009

CACHOPO

VISITA A CACHOPO * TAVIRA
29 ABRIL 2009
Cinquenta e dois associados participaram nesta visita e puderam apreciar toda a beleza de Tavira Rural (verduras variadas pelos vales e encostas da serra de Cachopo, campos floridos (rosmaninhos e estevas), paisagem humanizada (campos cultivados, casas típicas da serra algarvia).
Em Cachopo foi muito apreciada a Igreja Matriz evocativa de Santo Estêvão, o Núcleo Museológico (memória das profissões e culturas serranas, artefactos agrícolas, painéis interpretativos da vida rural, etc.)
(Texto- colaboração de Aldemiro Guerreirinho)



Cachopo é uma freguesia portuguesa do concelho de Tavira.
Área 197,56 km²
População residente 1024 habitantes (censo de 2001).
Densidade: 5,2 hab/km².
Orago Santo Estêvão

Anta da Masmorra

Cachopo é talvez a aldeia mais típica do Sotavento Algarvia.Cachopo é uma bonita aldeia Algarvia, pertencente ao concelho de Tavira, situada na Serra do Caldeirão, sendo mesmo considerada como a aldeia mais típica do Nordeste Algarvio.

Moinho de Vento

Esta aldeia serrana, situada num vale de grande beleza da Serra do Caldeirão, denota uma antiga ocupação humana, com diversos vestígios de grande importância arqueológica.

A economia da freguesia tem por base a agricultura, a pecuária, a apicultura, a produção de cortiça, a caça.

Tear

Património: Igreja Matriz (Séc. XVI), palheiros ou casas circulares (edifícios de pedra com telhados de palha) , moinhos de vento, Fonte medicinal férrea
Igreja Matriz

Destacamos a arquitectura popular das habitações de um só andar, de paredes em xisto e pintadas com cal branca, algumas com barras coloridas em redor das portas e janelas, e rematadas com a típica chaminé rendilhada Algarvia.



Brasão
Símbologia
Os ramos de sobreiro e pinheiro - Representam as duas árvores que se encontram em abundância na freguesia.
A anta - Representa os monumentos megalíticos que se encontram na freguesia.
O monte de negro - Alusão ao terreno montanhoso da serra algarvia, onde está implantada a freguesia.
A trombeta de caça - Representa a caça, actividade praticada na freguesia de Cachopo.
Colaboração Fotografias de Jacques Ouday
_________________________________________________

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

REVIVER O CARNAVAL


Aldemiro Guerreirinho
CARNAVAL é assim mesmo.
Despido... de preconceitos....
No meu tempo de rapazola, nos dias que antecediam as festas carnavalescas, era grande a azáfama na preparação dos sacos com farinha (para as enfarinhadelas) sacos com grainhas de alfarroba (para os combates/batalhas), e outros.
Nas três semanas antecedentes ao Carnaval, as colectividades recebiam mascaras. Apareciam as caraças e trajos, o mais estapafurdios que se possa imaginar.
Chegados à Festa/Carnaval era "um ver se te avias"; chegávamos ao "ponto" de entrar pelas casas adentro, onde sabiamos encontrar moçoilas, "aquilo era enfarinhadela por tudo o que era sítio. (claro que aproveitávamos a ocasião para um "aproveitamento"...
Quanto a folguedos, organizavam-se ESTUDANDINAS e/ou CEGADAS que desfilavam dançando e cantando por todas as ruas da cidade, com visitas a outras cidades.
Recordo uma cantilena que rezava assim:

Ò tu branco Maldito/ com a vida vais pagar/Tu vens de lá tão longe tão longe/ a vida nos vens roubar. Corri, Corrá/ O branco morrerá/Corri, Corrá/o Branco morrerá.

À noite realizavam-se os bailes de carnaval nas colectividades, prolongando-se por toda a noite até madrugada.
Numa das três noites realizava-se "O Baile dos Assaltos"; este "assalto" consistia em, cada partecipante levar um farnel, que era exposto na sua mesa. Entretanto, bailava-se, cantava-se, lançavam-se serpentinas, enfarinhava-se com papelinhos e assaltavam-se as mesas do que lá havia.
Na Quarta-feira de Cinzas realizava-se o "Enterro do Entrudo ou Enterro do Bacalhau", tinha muita participação e era muito engraçado pela sua cerimónia, com padre, sacristão e a respectiva água-benta -penico com vinho branco e pincel para o distribuir pelos circunstantes.
Chegados ao local, previamente combinado, realizava-se a "oração" e a leitura do "testamento". O testamento contemplava as pessoas conhecidas na terra, nas várias profissões.
Algumas das "disposições":
Ao sr. ARMANDO CARTAXO (sapateiro) deixavam as solas de pau por baixo.
Ao sr. JOÃO BENITO (barbeiro-al dizento) deixavam-lhe um frasco de veneno etc, etc.
Para a Viúva ficava reservado "o objecto das CALDAS".
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


Augusto José Pires
Festejos de Carnaval em Portimão.
Não sou suficientemente conhecedor das tradições carnavalescas em Portimão, pois não resido nesta Cidade, embora tenha cá trabalhado vários anos, os períodos festivos a nível nacional geralmente ausentava-me para o local onde residem os meus familiares, mais concretamente filhos e netos.
Por vezes desloco-me também ao Nordeste Transmontano, de onde sou natural, e ali se encontram todos os meus restantes familiares, à excepção dos filhos e netos, como anteriormente referi.
Na minha região, as tradições eventualmente serão diferentes, pois ali existe a tradição dos chamados “CARETOS”, são rapazes com vestimente tradicional, bem como uma máscara confeccionada artesanalmente em metal, ou seja, uma chapa fina.
Também exibem um cinto suportando vários chocalhos que habitualmente são usados nos animais caprinos, ovinos e até bovinos, para os seus pastores os localizarem.
Fazem tudo isto para amedrontarem as jovens raparigas que se encontrem fora de casa, ou seja a passear nas ruas no dia de Carnaval.
É uma festa para despedir o Inverno e saudar a Primavera e para os caretos é um ritual entre o pagão e o religiosos, tão natural como a passagem do tempo e a renovação das Estações do Ano.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Olga Reis
Carnaval em África
No meu tempo de criança o carnaval era andar nas ruas de carro ou a pé . Quem ia nos carros ou carrinhas atiravam com farinha para os que estavam a assistir , assim como bisnagas de água. Também havia corso a pé com danças típicas da terra .Eu com os meus vizinhos faziamos partidas, uma delas era : amarravamos um fio a um crocodilo . Em frente da minha casa estavam escondidos a segurar no fio do crocodilo. Do outro lado da rua era a minha casa onde estava o crocodilo escondido, quando passava algém puxavam o fio e o crocodilo vinha andando e as pessoas gritavam com medo , e nós fartavamos de rir (o crocodilo era de madeira). Vestiamos de fantasmas e apareciamos de repente em frente dos amigos . Era um pagode .Já vão uns belos anos, que saudades dos amigos da terra daquele cheiro típico.
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


Imelda de Smet
Carnaval is een feest voor de vasten en valt ieder jaar op een andere datum.Verleden jaar gingen wij met de ouden van dagen op reis naar Barcelona.Dit keer gaan wij naar Marokko om een paar steden te bezoeken zoals Marakech, Casablanca, Fez en Tanger.Wij hopen ons daar heel goed te vermaken zoals elk van de vorige jaren.

(Tradução: Carnaval é uma festa de jejum e cai cada ano em uma data diferente. No ano passado fomos um gripo de idosos numa viagem para Barcelona. Este ano, vamos a Marrocos para uma visita a algumas cidades como Marakech, Casablanca, Fez e Tanger. Esperamos que tudo seja muito entretido como em cada um dos anos anteriores)

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

MBMiguel
Quando era garota ia todos os anos para o corso na zona do Estoril.
Ia nos carros alegóricos onde tinhamos saquinhos de areia, serpentinas, papelinhos de várias cores para atirarmos às pessoas. Dançávamos, cantávamos o dia inteiro até ser de noite.
Isto durava três dias, na Quarta-feira de cinzas faziamos o enterro do bacalhau.
Onde numa padiola ia um boneco feito de palha deitado, atrás aconpanhava a viúva os filhos e os aconpanhantes fazendo grande alaridos no final eram distribuidos, os orgãos do falecido então davam um braço sr fulano de tal era muito engraçado hoje em dia perdeu-se tudo
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


Manuela
Aos 16 anos, pregaram-me uma partida de Carnaval, que nunca mais esqueci...
Aqui deixo a receita da mesma, para quem a quiser utilizar, nesta época, em que :
É CARNAVAL, NINGUÉM LEVA A MAL...
Receita culinária para uma boa partida de Carnaval:
Faz-se a massa de rissóis como habitualmente.
Para o recheio usa-se algodão embebido em leite, no qual se dissolveu uma colher de caril.
Recheiam-se os rissóis com este “delicioso recheio,”passa-se por ovo e pão ralado e fritam-se.
Depois...é só oferecê-los a alguém que adore rissóis de caril...
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::


João Pionzo de Abreu
O carnaval antigamente, ou seja no meu tempo, brincavámos com mais alegria e sobretudo com mais respeito, claro que faziamos brincadeiras, partidas, mas com todo o respeito.
Desfilavam carros alegóricos alusivos a vários temas e não faltavam os respectivos bailes de carnaval mas antes havia vários assaltos de carnaval nomeadamente a casas de amigos, enfim havia diversas brincadeiras mas sempre dentro do devido respeito.
Hoje também se faz tudo isto mas o respeito não é o mesmo.
Há uma certa maldade nas brincadeiras que se fazem e até agressões muito perigosas, o que é pena, a época carnavalesca é tempo de brincadeira e de alegria.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

AVENTURA INFORMÁTICA

Os séniores do Séc. XXI já não são mais como antigamente, eles são actuantes, dinâmicos, gozam de grande longevidade.
São críticos, participativos, conhecem os seus direitos e deveres, entre outras qualidades e atribuições.
É crescente, por isso, a necessidade de se criarem mecanismos que valorizem o envelhecer, e um deles é aproximá-los do contexto tecnológico actual.
São notórias as dificuldades e constrangimentos de uma parcela expressiva dessas pessoas quando precisam utilizar os sistemas de facilitação e agilização da rotina de nossa sociedade (bancário, comercial e auto-atendimento em geral).
É incontestável a necessidade de aprimorar e capacitar nossos idosos para a vida moderna, para que exerçam a cidadania e tenham direito à qualidade de vida de facto.
Por estas razões e pela profunda curiosidade que o mundo informático desperta nas pessoas mais idosas (muitas vezes seguindo o exemplo dos netos que têm lá em casa) quase 5 dezenas de séniores se inscreveram nas aulas de Informática da ASAP e uma vez por semana regressam aos bancos da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes - Portimão.
É uma aventura deliciosa podermos ter o Mundo ao alcance de um simples clik.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

OLHAR PICASSO




Foi com este génio do cubismo que Portimão quis homenagear Pablo Ruiz Picasso (1881-1973) um dos mestres mais versáteis da Arte do Séc. XX.
Serviu a iniciativa para inaugurar a Galeria Arade, no Pavilhão Arena.
A exposição abriu em 24 de Agosto e esteve patente ao público até 19 de Outubro de 2008.
A Associação Sénior e Autodidacta de Portimão, no âmbito da História d'Arte e por iniciativa do respectivo docente, Dr. Manuel Pereira organizou uma Visita Guiada à exposição que encantou os numerosos alunos participantes.
"Olhar Picasso" foi a primeira exposição dedicada a Picasso realizada no Algarve e que se dividiu em três campos: Pinturas - Cerâmicas, Litografias e Desenhos - e por fim “Picasso e a Arte Portuguesa do Século XX”, com 100 obras de artistas portugueses influenciados pelo estilo picassiano.
Nesta área pudémos apreciar grandes pintores portugueses do séc. XX: Almada Negreiros, Santa Rita Pintor, Amadeo de Souza-Cardoso, Mário Eloy, Artur Bual entre muitos outros.
Post sob texto e fotos de Aldemiro Guerreirinho

quarta-feira, dezembro 10, 2008

FELIZ NATAL 2008


O Amor que nasceu em Belém

Que encha os nossos coraçõesPara uma vida de fraternidade
Feliz Natal e Próspero Ano Novo

BEST WISHES FOR CHRISTMAS AND THE NEW YEAR

Paullete Mendonça


24 12 2008




Desejo um Bom Natal e um Novo Ano de 2009

Com muita PAZ no MUNDO.

Que os Homens acabem com a Guerra são os votos sinceros de coração

da Olga Reis


Que o espiríto de Natal desça e se esparrame...




em todas as direcções, em todas as almas, consciências e corações, glorificando a Deus nas al- turas e irradiando -a paz na Terra- não apenas aos que a PAZ se instale nas mentes e atitudes, especialmente daqueles que ainda não encontrararam a boa-vontade


Feliz Natal e Próspero Ano-Novo

Aldemiro Guerreirinho
********************

Desejo a todos umas Festas com muita Paz, Saúde e Alegria de viver.
Se tivermos estas três coisas o resto vem por acréscimo
Maria Bárbara Agostinho
Natal


O meu desejo neste Natal e que neste Natal haja Paz harmonia em todos os corações que a esperança seja um sentimento constante em cada ser.

Desejo que o amor e a amizade prevaleça acima de todas as coisas materais Natal de 2008

Eduarda Sebastião

Wij wensen jullie vanharte een ZALIG KERSTFEEST en een VOORSPOEDIG 2009.



Dirk en Emelda



Feliz Natal na companhia de todos os entes queridos
Um novo ano repleto de paz amor e carinho.
Natália Sacristão.
O Natal é o dia mais feliz do ano.

PAZ, AMOR, ALEGRIA e SOLARIEDADE são os meus desejos para este NATAL de 2008.

Que seja NATAL em todos os dias do ano.

Odete Palminha Quero desejar a toda a minha família muito boas festas com saúde.

Também a todas as minhas amigas e amigos, bem como a todas as pessoas do mundo.

O meu desejo é que este mundo possa ficar melhor e que se possa alcançar paz , que é o que todas as pessoas desejam.

América



sexta-feira, junho 20, 2008

V SEMANA CULTURAL * 19 JUNHO

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE AUDITIVA
(Calcar nas fotos para as visualizar num tamanho maior)
Drª Julieta Teixeira Ramos * Drª Maria João Ramos

Excelente conferência.
Foram palestrantes a Drª Maria João Ramos e a Drª Julieta Teixeira Martins.
A Drª Maria João abordou temas científicos da Audição mais relacionados com os idosos -Presbiacúsia- desenvolvendo: o ouvido, a avaliação auditiva, exames audiológicos, incapacidade auditiva, incapacidade auditiva no idoso.
A Drª Julieta Teixeira Martins tocou em pontos mais técnicos como: reabilitação auditiva, próteses auditivas, função da prótese auditiva, estratégias de comunicação com o idoso.
Depois de tão ilustre dissertação terminou com uma frase lapidar e que bem pode servir de farol para todos:
" Mais importante que adicionar anos à vida, é adicionar vida aos anos"

Seguiu-se um oportuníssimo diálogo com a assistência de perguntas e respostas, perguntas muito oportunas, respostas muito esclarecedoras e úteis .
No final foram distribuídas dois folhetes " Problemas de Audição" e "Audição vs Perda Auditiva" para além de uma ficha de inscrição para um rastreio auditivo em que participaram muitos dos assistentes. Os resultados serão depois encaminhados para cada um dos rastreados.

TUNA BEBES
UNIVERSIDADE DO ALGARVE
CAMPUS PORTIMÃO

OS TUNANTES

Para o fim de festa não podia deixar de estar presente a irreverência dos tunantes da casa. E assim, a segunda parte da nossa Semana Cultural foi preenchida pelo grupo: " Tuna Bebes" da Universidade do Algarve - Campus de Portimão. Um excelente grupo musical criado no ano lectivo de 1998-99.
Como é sabido, em Portugal, as tunas surgem no séc. XIX mas as suas raízes remontam ao séc. XIII nas Universidades Medievais de Espanha em que os estudantes organizavam estes conjuntos musicais / instrumentais cheios de irreverência, movimento e ritmo dados por uma multiplicidade de instrumentos: violas, cavaquinhos, bandolins, adufes, pandeiretas, tambor, reco-reco, bandeiras, flamulas, estandartes, etc.
Foi com a alegria, o coro, as danças e os saltos dos nossos jovens estudantes universitários do Pólo de Portimão que encerrámos as nossas jornadas culturais, perante o aplauso e o agrado da numerosa assistência.
Para quem quiser saber mais sobre a "Tuna Bebes" pode informar-se AQUI

Almoço de Natal 2009